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Do G1 – Onze alunos baleados na Escola municipak Tasso da Silveira seguem em seis hospitais do Rio. Um menino de 14 anos, que sofreu uma lesão na perna, foi liberado depois de medicado no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste do Rio.

Garoto baleado é retirado de escola - Ricardo Moraes / Reuters

Segundo o último informe da Secretaria Estadual de Saúde, um menino de 14 anos, está em estado grave no Hospital Alberto Torres, em São Gonçalo, na Região Metropolitana. Ele sofreu uma lesão vascular grave no ombro direito.

No Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, estão internados um menino, de 13 anos, baleado no olho direito e uma menina, de 14 anos, atingida no abdômen e na coluna.

Quatro adolescentes estão internados no Hospital Albert Schweitzer. Três deles estão estáveis. Um menino, de 14 anos, baleado no abdômen e na mão, está internado em estado grave.

Pais buscavam informaçõesa sobre filhos - AP

Um menino e uma menina, ambos de 13 anos, baleados respectivamente no braço e nas mãos, estão estáveis, no Instituto de Traumatologia e Ortopedia, no Centro.

Outro, de 13 anos, baleado na perna e no braço, segue internado estável, no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio.

Passa bem o menino de 14 anos, baleado na cabeça, na mão e na clavícula, que está no Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, na Zona Norte do Rio.

 

Enterros – Para esta sexta estão confirmados os enterros de oito vítimas do ataque ocorrido na manhã de ontem (7) quando 12 crianças morreram. Vão estar disponíveis ônibus na porta da escola para transporte para os cemitérios. A previsão é de que cinco jovens – Rafael Pereira da Silva, Luíza Paula da Silveira, Larissa dos Santos Atanásio, Karine Lorrayne Chagas e Igor Moraes da Silva – sejam sepultados no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste.

Estão previstos para o Cemitério do Murundu, em Realengo, os enterros de Laryssa da Silva Martins, Mariana Rocha de Souza, Bianca Rocha Tavares e Milena dos Santos Nascimento. Já o enterro de Géssica Guedes Pereira está previsto para o Cemitério de Ricardo de Albuquerque, no subúrbio do Rio.

Os corpos de Milena dos Santos Nascimento, Samira Pires Ribeiro e Ana Carolina Pacheco da Silva já foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML), mas ainda não há confirmação de local e horário dos enterros. O corpo do atirador também está no IML. Nenhum parente apareceu para tratar do enterro.

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Por Ronaldo Rocha – publicada em O Estado 

São Luís é uma das três capitais do país com risco muito alto de epidemia de dengue que ainda não enviou o Plano de Contingência de Dengue ao Ministério da Saúde. O Plano de Contingência é um monitoramento coordenado pelo município, que integra ações de vigilância, assistência e mobilização em saúde e trata da incidência de casos e índices de infestação pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. Sem o recebimento do documento, o Ministério da Saúde não tem como acompanhar e monitorar as ações preventivas contra a dengue, o que impossibilita uma avaliação mais precisa sobre a necessidade de intensificação do combate ao mosquito. Esse acompanhamento, segundo o órgão, deve anteceder o registro de casos graves [com complicações] e óbitos.

Agentes trabalham em combate à dengue em Ssão Luís - Foto: Douglas Junior

A observação em relação ao não envio do Plano de Contingência de São Luís foi feita pelo Governo Federal. A capital maranhense está entre os 70 municípios prioritários com risco ‘muito alto’, ‘alto’ e ‘moderado’ de epidemia de dengue este ano. Esses 70 municípios foram definidos com a aplicação do critério de densidade populacional, previsto na ferramenta Risco Dengue – que identificou os 16 estados com risco muito alto de epidemia. O indicador de população foi utilizado nas 178 cidades com alto índice de infestação pelo mosquito transmissor, apontadas pelo Levantamento do Índice Rápido de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), divulgado em dezembro de 2010.

O Plano de Contingência foi criado pelo Governo Federal, a partir de diretrizes para o combate à dengue. O mapa da doença leva em consideração seis critérios básicos, dos quais quatro são do setor incidência atual de casos; índices de infestação pelo mosquito e sorotipos em circulação. No critério ambiental é verificada a cobertura de abastecimento de água e coleta de lixo. No quesito demográfico, a densidade populacional.

 

Incidência – Entre os meses de janeiro e novembro do ano passado, São Luís registrou um aumento de mais de 700% em casos de dengue se comparado com 2009. O percentual elevado representou quase a metade dos casos registrados no mesmo período em todo o estado.

Ao todo, a capital teve 2.745 notificações de casos de dengue até novembro de 2010. De janeiro a dezembro do ano anterior (2009) haviam sido registrados apenas 340 casos na cidade. O levantamento, na época, havia sido feito pela Superintendência de Epidemiologia e Controle de Doenças da Secretaria Estadual da Saúde (SES).

 Os municípios que integram toda a região metropolitana, Raposa, Paço do Lumiar, São José de Ribamar e São Luís somam a regional que apresentou o maior índice de casos da doença no ano passado. Foram 3.027 casos até novembro em uma população de 1.288.384 pessoas. Um caso a cada 425 habitantes. A incidência foi de 234,9 casos a cada 100 mil habitantes.

A localidade com maior número de casos na capital foi o bairro do São Francisco. Foram 237 casos em 2010. Em seguida aparece o bairro Coroadinho com 142 casos, Vila Embratel com 107 registros, Cidade Operária com 85 casos e Turu, que registrou 79 casos da doença até o período acima citado.

Denúncia – Na semana passada, O Estado veiculou reportagem em que os agentes de controle de endemia denunciaram que o inseticida usado por agentes de controle de endemias na prevenção e combate à dengue em São Luís foi entregue pela Prefeitura com a validade vencida. O produto que tem como ingrediente ativo a Alfacipermetrina, havia sido destinado aos agentes no mês de dezembro do ano passado, mas com a validade expirada em setembro de 2010. O pesticida é recomendado para o extermínio de insetos.

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 De acordo com o Ministério da Saúde, o Plano de Contingência não tem por objetivo, impedir uma epidemia – já que isto não depende apenas do setor de saúde. Seu foco é diminuir a letalidade da doença. O Ministério da Saúde afirmou que tem feito um enorme esforço para prestar assessoria técnica e fazer treinamentos e capacitações em todos os estados brasileiros. Porém, disse que a medida ainda está em fase de implementação.


Soldados do Exército chegam na Vila Cruzeiro

Do G1 – Soldados do Exército começaram, por volta das 15h desta sexta-feira (26), a chegar ao conjunto de favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio. Eles fazem parte de um grupo cedido pelo Ministério da Defesa para auxiliar no combate à onda de violência na cidade.

Bandido aponta arma em direção à polícia

 Segundo o coronel Zanan, da seção de comunicação do Comando Militar do Leste, a missão específica dos soldados é cercar e isolar a área do Alemão para que ela seja ocupada. Serão cerca de 800 soldados em mais de 50 viaturas.

Na chegada dos soldados à região da Penha nesta sexta, por volta das 14h30, moradores aplaudiram. Nesta região, acontecem os maiores conflitos da atual onda de violência no Rio. Os carros saíram da Brigada Paraquedista, na Vila Militar na Zona Oeste.

Traficantes em ação contra policiais do Bope

Ontem uma operação policial liderada pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio entrou na favela da Vila Cruzeiro, que havia se tornado um reduto de traficantes na Penha. Cerca de cem criminosos fugiram em direção ao Alemão. A operação liderada pelo Bope teve apoio da Polícia Civil e da Marinha, que forneceu blindados.

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Desde o início dos ataques, 28 pessoas foram mortas, 196 presas, três policiais ficaram feridos, 48 armas e 8 granadas foram apreendidas e 96 veículos foram incendiados. Na manhã de hoje, a polícia encontrou mais de 60 motocicletas queimadas no alto da Vila Cruzeiro.

Fotos: Sérgio Moraes / REUTERS    –     Thamine Leta / G1    –    Silvia Izquierdo / AP




Facção de Imperatriz escreve painel com sangue de presos mortos / Biaman Prado

Foi encerrada no início da tarde desta terça-feira (9), a rebelião no Presídio São luís, que durou 27 horas. Os últimos três reféns da rebelião do Presídio São Luís foram liberados por volta das 12h150 e os detentos entregaram as armas. Dois reféns já haviam sido liberados às 11h. A polícia e agentes penitenciários começam as ações para revistar os presos e o prédio.

Os três reféns liberados foram levados para um hospital, apesar de não apresentarem ferimentos.

Ao todo, 15 presos foram mortos no Presídio São Luís e outros três na Penitenciária de Pedrinhas, que também apresentou o início de rebelião na manhã de hoje, por causa da proibição do banho de sol.


Um dos detentos que negociava o fim da rebelião com a polícia, se irritou e desistiu das negociações. Revoltado, ele teria pego três cabeças de detentos mortos e jogado por cima do muro do presídio, o que com que as conversas voltassem a estaca zero. Um agente penitenciário que há pouco entrou no presídio São Luís, disse que contou nove mortos no pátio onde é feito o banho de sol dos presos de justiça.

Neste momento, o clima é de tensão e muitas incertezas. Há possibilidade de o movimento não acabar tão cedo. Tropas do Batalhão de Choque da Polícia Militar estão de prontidão e podem invadir o presídio a qualquer hora. Atitude que está sendo contida ao máximo para que se evite um número ainda maior de mortes.

Os detentos afirmam que a rebelião não acabará hoje. A polícia já identificou os líderes do movimento e tenta prosseguir com as negociações. Até o momento, cinco pessoas continuam reféns dos rebelados, que afirmam, estão dispostos a qualquer coisa para alcançarem seus objetivos. Agora eles reclamam da superlotação, de maus tratos e de condições sub-humanas.

Agente penitenciário José Benedito, refém em rebelião ocorrida em 2001: Foto arquivo de Paulo Soares


Acidente de Corsa Classic com caminhão-baú na BR 135; seis morreram

Seiscentos e um acidentes foram registrados na capital somente de janeiro a julho deste ano. Se comparados os dados com o mesmo período do ano passado, quando houve 501 acidentes nas ruas e avenidas de São Luís, houve aumento da ordem de 20,55%. Os dados são do Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran).

Em janeiro deste ano, segundo estatísticas do órgão, foram registrados 82 acidentes, 8,88% a menos que em 2009, quando houve 90 registros deste tipo na capital. No entanto, o mês seguinte catalogou 69 acidentes, contra 61 registrados no mesmo período do ano anterior, o que reflete um acréscimo de 11%.

Fotos/ Biné Morais

A proporção média continuou nos 30 dias referentes ao mês de março deste ano, período em que foram verificados 83 acidentes contra 75 no mesmo período do ano passado, resultando num aumento de 10,66%.

O mês de maior crescimento percentual em número de acidentes na capital foi março, quando foram verificadas 109 ocorrências. No mesmo mês em 2009 haviam sido registrados no órgão apenas 52 acidentes, o que revela que houve aumento de 109,61%. No mês seguinte (abril), os números também foram elevados. Houve, de acordo com o Detran, 103 acidentes, ou 51,47% a mais que no mesmo período do ano passado, quando foram verificados pelo setor de estatísticas do órgão 68 acidentes de trânsito.

Em junho deste ano foram verificados outros 89 acidentes nas principais avenidas da capital, contra apenas 72 ocorrências do mesmo período no ano anterior, o que representa um aumento de 23,61%. No mês de julho, no entanto, houve redução de 16,86%, quando comparados 83 acidentes em 2009 contra 69 neste ano.

Mortes – Relatório do Detran mostra ainda que houve redução no que diz respeito ao número de mortes em acidentes de trânsito. Até o mês de julho de 2010, foram registradas 13 mortes na capital, contra 24 mortes no mesmo período de 2009.

O mês mais violento em São Luís este ano foi março, com cinco mortes registradas. Já no ano passado, os meses mais violentos foram março e junho, com seis registros cada.