Alessandro Martins é internado no UDI Hospital com crise hipertensiva

Publicado: maio 14, 2012 em Geral
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O empresário Alessandro Martins deu entrada na manhã de hoje no UDI Hospital por causa de uma crise hipertensiva. Com fortes dores no peito, ele foi atendido na emergência daquela unidade de saúde e logo encaminhado para a Clínica de Cardiologia, onde foi submetido a uma bateria de exames. Como havia suspeita de um infarto, sob observação médica. Não há previsão de alta.

Alessandro Martins foi atendido primeiramente pelo cardiologista Marco Túlio. O médico solicitou os primeiros exames e diagnosticou a crise hipertensiva. Foi ele quem internou o empresário. Já no período da tarde o médico responsável pelo atendimento ao empresário é Gustavo Gama, que o mantém sob observação.

O estado de saúde do empresário é estável e ele está fora de perigo.

Alessandro Martins foi diretor-presidente da concessionária Euromar, em São Luís, autorizada a vender veículos da montadora Volkswagem. Em 2010 ele foi acusado pela polícia de ter articulado e liderado um esquema fraudulento contra a Ordem Econômica e contra as Relações de Consumo, na venda ilegal de veículos. Ele também foi acusado de formação de quadrilha, estelionato, falsificação de documentos e infração do Código de Defesa do Consumidor.

Martins chegou a ser considerado foragido de Justiça, após a juíza Oriana Gomes ter decretado a sua prisão preventiva, pedida pelos promotores de Justiça Augusto Cutrim (Ordem Tributária) e Lítia Cavalcanti (Defesa do Consumidor) e foi procurado inclusive pelo Interpol (International Criminal Police Organization). No Maranhão, a Secretaria de Segurança Pública, por meio da Central do Disque-Denúncia, ofereceu recompensa de R$ 2 mil por informações que levassem ao seu paradeiro.

No mês de julho daquele ano o empresário acabou sendo preso em um flat, no bairro Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ) e ficou detido na 14ª Delegacia de Polícia, no Leblon, até ser transferido para São Luís.

Ele chegou a confessar os crimes e aceitou participar do programa delação premiada – que permite redução da pensa caso o réu colabore na resolução dos crimes – o que o proporcionou a liberdade. A Justiça do estado posteriormente extinguiu o processo criminal contra Alessandro Martins.

 

 

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